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BNDES reduz custo do crédito para financiar linha de produção do exportador

Exportações tem papel fundamental na recuperação da atividade econômica e geração de emprego
publicado: 14/04/2016 18h21 última modificação: 15/04/2016 10h57
Washington Costa/MDIC Dyogo Oliveira (esq.) participa de anúncio sobre linha de capital de giro para exportação

Dyogo Oliveira (esq.) participa de anúncio sobre linha de capital de giro para exportação

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, anunciaram nesta quinta-feira (14/4), alterações nas condições da linha de capital de giro para exportação. 

Para o secretário-executivo Dyogo Oliveira, “é essencial que as empresas tenham acesso ao financiamento a um custo menor nessa etapa da produção. Isso reduz o custo financeiro embutido no preço final e aumenta a competitividade do produto brasileiro lá fora”. Oliveira ressaltou ainda a importância de incentivar às exportações de bens de alto valor agregado. “É uma atividade que tem papel fundamental na recuperação da atividade econômica e na geração de emprego e renda”. 

A medida tem o objeto de reduzir o custo e simplificar o acesso aos financiamentos de pré-embarque realizados pelo BNDES. O banco estima em R$ 15 bilhões a demanda para novos financiamentos nesta linha que podem beneficiar mais de 3,5 mil empresas que atuam em segmentos de bens de consumo e de capital. 

As linhas de pré-embarque permitem que as empresas produtoras e exportadoras disponham de capital de giro para a produção de um bem que será exportado. As melhores condições financeiras da linha estão disponíveis para as micro, pequenas e médias empresas (com receita operacional bruta de até R$ 90 milhões). 

De acordo com o BNDES, as mudanças nas condições financeiras da linha de pré-embarque se traduzem em reduções dos custos dos financiamentos. No caso das MPMEs, os juros cobrados pelo BNDES caíram de 11,13% ao ano para 9,10% ao ano. Para bens de capital, a queda foi de 12,88% para 9,50%. E para bens de consumo, a redução foi de 15,75% para 11,53% ao ano.

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