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Organização

A estrutura da SAIN é formada pelo Gabinete e por sete Coordenações-Gerais:

Cabe ao Gabinete da Secretaria de Assuntos Internacionais a supervisão das Coordenações e dos trabalhos administrativos normais e o assessoramento direto ao Ministro da Fazenda. Ademais, o Gabinete desenvolve outras atividades:

  • Assessorar e prestar assistência direta ao Secretário;
  • Prover o Secretário de informações necessárias à tomada de decisões;
  • Coordenar as atividades de relacionamento interno e externo do Secretário;
  • Promover a divulgação dos atos oficiais do Secretário;
  • Distribuir processos e documentos submetidos à Secretaria;
  • Planejar, coordenar e controlar a elaboração da proposta orçamentária, dos planos anuais e plurianuais de trabalho e do relatório de gestão anual da Secretaria; e
  • Planejar, coordenar e controlar a execução das atividades relativas à gestão dos recursos humanos e materiais da Secretaria.

COORDENAÇÃO-GERAL DE POLÍTICAS COMERCIAIS - COPOL

A Coordenação-Geral de Políticas Comerciais (COPOL) atua nas áreas de coordenação, assessoramento técnico e representação da Secretaria de Assuntos Internacionais (SAIN) do Ministério da Fazenda, nos seguintes temas da área internacional do governo brasileiro:

Essa atuação abrange participação em foros nacionais, como aqueles no âmbito da Câmara de Comércio Exterior (CAMEX), e internacionais, como aqueles no âmbito do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), da União das Nações Sul-americanas (Unasul), da Organização Mundial do Comércio (OMC) e da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O trabalho da COPOL envolve:

  • assessoria dos representantes do MF no âmbito da CAMEX, nos temas de sua competência;
  • análise e elaboração de pareceres, relatórios e outros documentos técnicos;
  • análise e elaboração de propostas para negociações comerciais;
  • preparação, organização e participação em reuniões nacionais e internacionais;
  • acompanhamento da conjuntura econômica nacional e internacional, no que se refere aos temas afetos à Coordenação-Geral.
Temas e acordos da OMC em que o Brasil é signatário, nas diversas áreas de atuação da COPOL

O Brasil, por meio do Decreto nº 1355, de 30 de dezembro de 1994, incorporou ao seu ordenamento jurídico os resultados das Negociações Comerciais da Rodada Uruguai (1986-1994). Assim, aderiu aos Acordos Multilaterais (Anexos 1, 2 e 3 da Ata final da Rodada Uruguai), de adesão obrigatória.

Esses anexos tratam dos seguintes assuntos:

  • Acordos Multilaterais sobre Comércio de Bens (Anexo 1A);
  • Acordo Geral sobre o Comércio de Serviços – GATS (Anexo 1B);
  • Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio – TRIPS (Anexo 1C);
  • Entendimento Relativo às Normas e Procedimentos sobre Solução de Controvérsias (Anexo 2); e
  • Mecanismo de Exame de Políticas Comerciais (Anexo 3).

Os Acordos Plurilaterais da Rodada Uruguai (Anexo 4 da Ata final da Rodada Uruguai) são de adesão opcional. Dos quatro acordos plurilaterais – comércio de aeronaves civis; compras governamentais; internacional sobre produtos lácteos; internacional sobre carne bovina – o Brasil somente aderiu a este último, cuja vigência foi encerrada em 1997.

Segue, abaixo, o link do Palácio do Planalto com o Decreto nº 1355 e o link da Ata final da Rodada Uruguai, com seus respectivos anexos.

COORDENAÇÃO-GERAL DE ASSUNTOS FINANCEIROS - COAFI

À Coordenação-Geral de Assuntos Financeiros - COAFI compete exercer as atribuições relativas ao apoio técnico e operacional necessário ao funcionamento do Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações - COFIG, cuja Secretaria-Executiva é exercida pela Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda.

Dentre essas atribuições, compete à COAFI planejar, coordenar e supervisionar as reuniões do Grupo de Assessoramento Técnico - GAT, realizadas previamente a cada reunião ordinária do COFIG, com vistas à análise e discussão dos assuntos e operações a serem submetidos à apreciação e deliberação do Comitê.

Além disso, constitui atribuição da COAFI coordenar as atividades dos Grupos de Trabalho, criados no âmbito do COFIG, sob a responsabilidade da Secretaria-Executiva do Comitê.

Compete, também, à COAFI, assessorar o Secretário de Assuntos Internacionais no exercício da função de Secretário-Executivo do COFIG, bem como na tomada de decisões relativas à concessão, pela União, de assistência financeira às exportações, com recursos do Programa de Financiamento às Exportações - PROEX.

À COAFI compete, ainda, subsidiar o Secretário de Assuntos Internacionais na tomada de decisões relativas à autorização da preparação de projetos ou programas do setor público, com apoio financeiro de fontes externas, no âmbito da Comissão de Financiamentos Externos - COFIEX.

Além disso, constitui atribuição da COAFI analisar os pleitos de interesse de entidades do setor público, com apoio financeiro de fontes externas, a serem submetidos à apreciação do Grupo Técnico da COFIEX - GTEC e à deliberação da COFIEX.

COORDENAÇÃO-GERAL DE INTEGRAÇÃO COMERCIAL - COINT

A Coordenação-Geral de Integração Comercial (COINT) tem como competência, entre outros assuntos, representar a Secretaria de Assuntos Internacionais nos fóruns interministeriais e internacionais encarregados de discutir temas relacionados a acesso a mercados em bens (agrícolas e não-agrícolas), com destaque para:

  • Alterações tarifárias (Imposto de Importação e Imposto de Exportação);
  • Facilitação de comércio e barreiras não-tarifárias;
  • Temas de política comercial, relativos à participação do Brasil no Mercosul; e
  • Temas financeiros e de coordenação macroeconômica, relativos à participação do País no Mercosul.

Essas áreas se subdividem em diversos assuntos de natureza mais específica, os quais podem ser recorrentes ou ad hoc e geralmente são discutidos em fóruns nacionais (interministeriais) vinculados à Câmara de Comércio Exterior (CAMEX) ou em fóruns internacionais vinculados ao Mercosul ou à Organização Mundial do Comércio, estes últimos com coordenação do Ministério das Relações Exteriores. Esse trabalho envolve principalmente a participação em reuniões técnicas e a elaboração de notas e pareceres.

Fóruns de atuação da COINT

Coordenação-Geral de Seguro de Crédito à Exportação - COSEC

À Coordenação-Geral de Seguro de Crédito à Exportação – COSEC, compete exercer as atividades relacionadas à concessão de garantia de cobertura dos riscos comerciais e dos riscos políticos e extraordinários assumidos em virtude do Seguro de Crédito à Exportação, transferidas do IRB-Brasil Resseguros S.A. para o Ministério da Fazenda, por intermédio da Lei nº 6.704, de 26.10.1979, alterada pela Lei nº 11.281, de 20.02.2006.

O cumprimento das atribuições previstas na Lei nº 6.704/1979 é regulamentado, atualmente, pela Portaria MF nº 286, de 02.12.2008, por meio da qual o Sr. Ministro de Estado da Fazenda delega ao Secretário de Assuntos Internacionais a competência para autorizar a concessão de garantia da cobertura dos riscos comerciais e dos riscos políticos e extraordinários assumidos em virtude do SCE.

A concessão de garantia de cobertura pela União por meio de Seguro de Crédito à Exportação ao amparo do Fundo de Garantia à Exportação – FGE, que possui natureza contábil e está vinculado ao Ministério da Fazenda, foi viabilizada por intermédio da publicação da Lei nº 9.818, de 23.08.1999.

Dessa forma, cumpre a COSEC assessorar o Secretário de Assuntos Internacionais na tomada de decisões, no âmbito do Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações – COFIG, relativas à concessão de garantia da União às exportações brasileiras, ao amparo do FGE.

Compete também à COSEC a análise e elaboração de notas técnicas visando subsidiar o Secretário de Assuntos Internacionais para assinatura de promessa de garantia de cobertura, certificado de garantia de cobertura e pedidos de indenização referentes ao seguro de crédito à exportação.

Além disso, constitui atribuição da COSEC, contratar instituição habilitada a operar o SCE, para a execução de todos os serviços a ele relacionados, inclusive análise, acompanhamento, gestão das operações de prestação de garantia e de recuperação de créditos sinistrados, bem como firmar os instrumentos referentes àquela contratação.

Coordenação-Geral de Diálogo Econômico Internacional - CDINT

A Coordenação-Geral de Diálogo Econômico Internacional possui como principais atribuições: coordenar e acompanhar a participação do Brasil em diálogo de política econômica com outros países, bilateralmente e/ou em grupos formais ou informais, em especial G7/8, G-20, BRIC, OCDE e CPLP; e acompanhar e reportar aspectos relevantes da conjuntura econômica internacional e de economias estratégicas. Adicionalmente, a Coordenação executa atividades relacionadas à adesão do Brasil a organizações ou normas internacionais.

À Coordenação-Geral de Diálogo Econômico Internacional compete:

  • Coordenar e exercer as atividades relacionadas à participação do Brasil em diálogos de matéria econômica e financeira com outros países, bilateralmente ou em grupos formais ou informais;
  • Executar estudos e assessoria técnica em assuntos de conjuntura econômica internacional e em política econômica externa;
  • Acompanhar e reportar aspectos relevantes da conjuntura econômica internacional e de economias estratégicas; e
  • Executar atividades relacionadas à adesão do Brasil a organizações ou normas internacionais.

Coordenação-Geral de Políticas para Instituições Internacionais - CGPIN

A Coordenação-Geral de Políticas para Instituições Internacionais (CGPIN) é responsável por:

  • acompanhar e avaliar as políticas, diretrizes e ações globais das organizações econômicas e instituições financeiras internacionais em que o Ministério da Fazenda representa o País, em especial do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Grupo Banco Mundial; e
  • coordenar e exercer atividades de apoio técnico, emitindo opinião e fornecendo subsídios para a participação de representantes do Ministério da Fazenda em fóruns, missões e reuniões tanto do FMI e Banco Mundial, quanto de outras organizações e grupos internacionais que tratem de assuntos econômicos, financeiros e de desenvolvimento.

A CGPIN é composta por duas Coordenações, a saber:

  • Coordenação de Assuntos Monetários e Financeiros Internacionais, que administra o relacionamento entre o Governo brasileiro e o Fundo Monetário Internacional, provendo análises técnicas sobre questões como reformas de governança, quotas e voz, avaliação do Artigo IV, supervisão macroeconômica (surveillance), revisão e aperfeiçoamento dos instrumentos de empréstimo, estudos sobre prevenção de crises, compras de títulos e notas, decisões da Diretoria-Executiva e resoluções da Assembléia de Governadores do FMI, e outros assuntos relativos à instituição.
  • Coordenação de Desenvolvimento Internacional e Sustentabilidade, que é responsável por analisar e acompanhar questões como financiamento do desenvolvimento, negociações de recomposição de capital da Associação Internacional de Desenvolvimento (AID), revisão de estudos analíticos, (AAA), discussão da Estratégia de Parceria de País, governança e operação dos Fundos de Investimento do Clima, operações do Banco internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), decisões da Diretoria-Executiva e resoluções da Assembléia de Governadores do Banco Mundial e outros relativos ao Banco e à agenda internacional de desenvolvimento.
Links de Interesse

Coordenação-Geral de Recuperação de Crédito - COREC

À Coordenação-Geral de Recuperação de Crédito - COREC compete exercer as atribuições relativas ao apoio técnico e operacional necessário ao funcionamento do Comitê de Avaliação de Créditos ao Exterior - COMACE, cuja Secretaria-Executiva é exercida pela Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda.

Dentre essas atribuições, compete à COREC planejar e coordenar as negociações de créditos brasileiros ao exterior, inclusive aquelas realizadas no âmbito do Clube de Paris.

Compete, também, à COREC, assessorar o Secretário de Assuntos Internacionais no exercício da função de Secretário-Executivo do COMACE, bem como na tomada de decisões relativas ao planejamento e acompanhamento da política de avaliação, negociação e recuperação de créditos brasileiros ao exterior.

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