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Administrando os fluxos de capitais em mercados emergentes Conferência Organizada pelo Ministério da Fazenda e Fundo Monetário Internacional Local: Caesar Park Hotel, Rio de Janeiro, Brasil, 26 e 27 de maio de 2011 Os fluxos de capitais para as economias de mercado emergente (EMEs) recuperaram-se do forte declínio observado após a crise financeira global e prevê-se que continuem elevados, embora voláteis, nos próximos anos. Esses fluxos, e a mobilidade do capital de forma mais geral, permitem que países com poupança limitada atraiam financiamento para projetos em investimentos produtivos, estimulam a diversificação do risco de investimento e contribuem para o desenvolvimento dos mercados financeiros. Mas, sobretudo após a crise, que destacou o potencial para o comportamento pró-cíclico do setor financeiro, muitas EMEs temem a fragilidade que os influxos muito elevadas — e o comportamento de manada, que contribui para os ciclos de expansão-retração — podem gerar: A reação a uma forte entrada de capitais precisa incluir elementos macroeconômicos e prudenciais. Esta conferência, organizada em conjunto pelo Ministério da Fazenda e FMI, proporcionará uma oportunidade para que autoridades e acadêmicos debatam esses problemas, com foco nas raízes do aumento do fluxo de capitais para as EMEs, seu impacto sobre essas economias e as respostas adequadas de política econômica. A conferência será fechada à imprensa, com exceção do discurso de abertura do Ministro da Fazenda, Guido Mantega, e da conferência de imprensa de encerramento. Para mais informações, visite o website da conferência, http://www.imf.org/external/np/seminars/eng/2011/rio/index.htm
Programa Quinta-feira, 26 de maio de 2011 11:30–12:00 – INSCRIÇÃO
12:00–13:30 – Almoço
13:30–14:15 –
Comentários introdutórios 14:15–15:45 – SESSÃO I – Causas da onda recente de fluxos de capitais para as economias de mercado emergente. A primeira sessão examinará o comportamento dos fluxos de capitais e os principais motivos para a elevação recente das entradas de capital nas EMEs. O que determina a elevação e a volatilidade dos fluxos de entrada de capitais? Qual o papel desempenhado pela política macroeconômica dos EUA e de outras economias avançadas? Existem diferenças entre os tipos de fluxos? A explosão recente é um fenômeno estrutural que define uma “nova normalidade” ou padrão comparativo para as EMEs ou um reflexo do fracasso no reequilíbrio da economia global?
Presidente:
Palestrantes: 15:45–16:15 – Coffee Break 16:15–17:45 – SESSÃO II – Fluxos de entrada de capitais: bons ou maus? Quais são os efeitos da retomada dos fluxos de entrada de capitais sobre as economias emergentes? Quais são os canais de transmissão e os vínculos entre os fluxos de entrada de capitais e os setores reais e financeiros das economias? Os benefícios teóricos dos fluxos de capitais são bem conhecidos, mas como devem ser ponderados em relação às dificuldades e riscos macroeconômicos – redução na competitividade, inflação e superaquecimento, bolhas nos preços de ativos e fragilidade financeira – que os influxos muito fortes podem acarretar? Como a experiência é diferente conforme as características de cada país (regime cambial, instituições fiscais, qualidade da supervisão/regulamentação interna)?
Presidente:
Palestrantes:
19:00–21:00 –
Jantar Sexta feira, 27 de maio de 2011 8:45–10:15 – SESSÃO III – Como os emergentes podem gerenciar influxos rápidos de capital? Essa sessão tratará das opções de política econômica para a administração eficiente das entradas de capital e de seus efeitos: políticas macroeconômicas, políticas macroprudenciais e controles de capitais. O que se pode dizer sobre a hierarquia dessas diversas ferramentas de política econômica? Até que ponto as escolhas de países individuais precisam levar em consideração as consequências sistêmicas mais amplas dos diversos instrumentos de política econômica?
Presidente:
Palestrantes: 10:15–10:30 – Coffee Break 10:30–12:00 – Fórum de política econômica: Perspectivas regionais na administração dos fluxos de entrada de capitais
Moderadora:
Palestrantes: 12:00–12:30 – Conclusões: Nelson Barbosa Filho, Secretário Executivo do Ministério da Fazenda do Brasil, e Olivier Blanchard, Economista-Chefe e Diretor do Departamento de Pesquisa do FMI 12:30 – Encerramento 13:30 – Coletiva de imprensa
Nelson Barbosa Filho, Secretário
Executivo do Ministério da Fazenda
Para confirmar presença, favor enviar
mensagem a Andressa Scaldaferri (andressa.scaldaferri@bm.com)
informando nome e email dos repórteres participantes. Contatos de imprensa Fundo Monetário Internacional
Andreas Adriano - Assessor de Imprensa
para América Latina e Caribe
Burson-Marsteller Brasil Ministério da Fazenda
Carmen Cunha - Chefe da Assessoria de
Comunicação Social
Agnes Melo - Assessora de Imprensa
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