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O aumento dos controles internos nas grandes empresas, determinado após vários escândalos corporativos, como o da Enron, não alterou significativamente a incidência de fraudes. Pesquisa da PricewaterhouseCoopers, com 5,4 mil companhias no mundo, mostra que 43% delas detectaram ocorrências no período 2006/07. Há dois anos o percentual era de 45%. A perda média por empresa subiu de US$ 1,7 milhão para US$ 2,4 milhões. Os crimes mais comuns são fraudes contábeis, furto, corrupção e pirataria.
Das 76 empresas brasileiras incluídas na pesquisa, 46% detectaram irregularidades. Nos sete países emergentes pesquisados, as companhias perderam, em média, US$ 5,1 milhões com crimes corporativos.
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