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Em artigo, Marcello Estevão avalia os ganhos obtidos pelo Brasil um ano após a adesão ao Clube de Paris

Para o secretário, além de projeção internacional, o Brasil ganhou força nos esforços internacionais de cobrança
publicado: 16/11/2017 17h39 última modificação: 04/04/2018 17h07

No mês em que completa um ano da integração do Brasil ao Clube de Paris, o principal fórum internacional para reestruturação de dívidas soberanas, o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Marcello Estevão, avalia, no artigo “Um ano de participação no Clube de Paris", a adesão ao grupo como mais um passo em direção a uma participação mais efetiva do Brasil em fóruns econômicos multilaterais.

No texto, o secretário destaca o histórico de negociações do Clube que indicam que a maior parte das dívidas coordenadas pelo grupo são renegociadas – em parceria com o Fundo Monetário Internacional (FMI) – de modo a aliar a necessidade de recebimento por parte dos credores à criação de novos cronogramas de pagamento,  mais condizentes com as perspectivas macroeconômicas dos devedores para a formação trajetórias sustentáveis de endividamento.

Conforme enfatiza Estevão, “ao se tornar membro formal do Clube de Paris, além de maior projeção internacional, o Brasil uniu-se ao grupo de credores internacionais e ganhou força nos esforços de cobrança”. 

De acordo com a regra de comparabilidade de tratamento que alcança o grupo, os integrantes  recebem as mesmas condições de repagamento. Nenhum país tem sua dívida renegociada em condições mais vantajosas que outros.

Confira a íntegra do artigo