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Encontros multilaterais discutem investimentos em infraestrutura

Nota à imprensa

Secretário de Acompanhamento Econômico, Paulo Corrêa, participa de reuniões do G20, da OCDE e do Banco Mundial nesta semana em Cingapura
publicado: 26/05/2015 00h00 última modificação: 12/12/2016 09h09

O Secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Paulo Corrêa, participa nesta semana de uma série de reuniões do G20, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e do Banco Mundial, que ocorrerão simultaneamente em Cingapura e terão como foco o investimento privado de longo prazo, com especial atenção em infraestrutura. O evento é um esforço dos países do G20 e de organizações multilaterais para debater opções e trocar experiências sobre estratégias para atrair recursos privados de longo prazo. 

De acordo com o Secretário Paulo Corrêa, mobilizar recursos privados para financiar projetos de infraestrutura não é um desafio exclusivamente brasileiro. “Vamos ter a oportunidade de aprender com a experiência internacional e, ao mesmo tempo, compartilhar com eles a nossa experiência de mais duas décadas de participação privada em infraestrutura e também o caso mais recente com as debêntures incentivadas”. 

Entre os temas a serem discutidos nesses dias estão: o papel do mercado de capitais no investimento de longo prazo; infraestrutura como uma classe de ativos globais; o ambiente regulatório atual para investidores institucionais e de longo prazo; e investimento nos mercados emergentes. 

Durante o evento, o Secretário se reunirá também com potenciais investidores para divulgar as oportunidades de participação privada em projetos infraestrutura no Brasil. “Há um grande interesse dos investidores estrangeiros na nova rodada de concessões, em especial no que se refere aos novos parâmetros para atração do investimento privado, dada a realidade fiscal do país”, completou. 

Entre 1990 e 2013, o Brasil foi o maior destinatário de investimentos privados em infraestrutura entre os países em desenvolvimento, tendo recebido US$ 468 bilhões[1]. De 2012 a 2015 foram emitidas 48 debêntures incentivadas, totalizando um volume de R$ 16,5 bilhões, com prazo médio de vencimento de 12 anos e  custos que refletem os riscos do projeto financiado[2]. 

A programação completa do evento está disponível em 2015 G20/OECD High-Level Roundtable on Institutional Investors and Long Term Investment.



[1] Fonte: PPI e Banco Mundial
[2] Fonte: Anbima e Ministérios Setoriais