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Receita Federal, Polícia Federal e Controladoria da União investigam fraudes em licitação pública e sonegação de impostos

publicado: 09/09/2013 15h10 última modificação: 26/05/2015 16h49

Realizada conjuntamente pela Receita Federal, Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria Geral da União, a Operação ESOPO tem por objetivo apurar indícios de prática de diversos crimes, tais como: fraude à licitação, corrupção, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, dentre outros.

São cumpridos 31 mandados de prisão e 44 mandados de busca e apreensão em empresas, órgãos públicos e residências dos suspeitos. Participam da operação 30 servidores da Receita Federal, cerca de 200 policiais federais e 30 servidores da Controladoria da União.

Alem das prisões e dos mandados de busca e apreensão, a Justiça Federal decretou o sequestro de bens e o bloqueio de recursos financeiros dos suspeitos. Estima-se que o prejuízo aos cofres públicos pode chegar a centenas de milhões de reais.

As ações ocorrem simultaneamente nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco Espírito Santo, além do Distrito Federal.

As investigações tiveram início há dois anos, decorrente da suspeita de participação de empresas parceiras em processos licitatórios. Movimentações financeiras expressivas em espécie nas contas destas empresas serviam para dissimular a origem do dinheiro e faziam com que ele voltasse às mãos do mentor do esquema já com aparência lícita.

A operação foi assim denominada em referência à expressão “lobo em pele de ovelha”, atribuída ao grego ESOPO.

O Superintendente da Receita Federal em Minas Gerais participará de entrevista coletiva às 11 horas, nas dependências da Superintendência da Polícia Federal em MG, onde serão repassadas outras informações relativas à operação.