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Notícias
06/02/2013
Governo manterá controle dos
gastos de custeio, afirma Mantega
Queda nos preços de produtos da cesta básica e desoneração da folha de
pagamento estão entre os tributos que sofrerão redução
O ministro da Fazenda, Guido Mantega,
confirmou que a mudança na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)
encaminhada ao Congresso Nacional permite um abatimento da meta do
primário cheio de até R$ 20 bilhões em desonerações.
Segundo o ministro, com os R$ 25 bilhões que
já estavam previstos de abatimento no Projeto de Lei Orçamentária de
2013, o desconto da meta poderá chegar a R$ 45 bilhões neste ano.
Mantega informou que essa mudança ocorreu por
conta da estratégia de redução de tributos e aumento de investimentos.
“As desonerações são importantes para o governo, diminuem o custo para a
população e o custo de investimentos. Esta é uma bandeira, uma
estratégia, uma prioridade que vamos continuar praticando”, garantiu.
O ministro ressaltou que o governo continuará
com a diretriz de manter o controle dos gastos de custeio, que não serão
aliviados, e permitirá mais investimentos e mais desonerações.
“Reduziremos mais os tributos. Por exemplo, produtos da cesta básica
terão redução e a desoneração da folha vai aumentar”, antecipou o
ministro. Sobre o abatimento em investimentos, o ministro comentou que
ele acontecerá apenas se a arrecadação for insuficiente. “A parte do
investimento, só abatemos se falta arrecadação. Vamos continuar
perseguindo a possibilidade de fazer a meta cheia”, disse ele.
A meta cheia do superávit primário continua em
3,1% do PIB para 2013 - R$ 155,9 bilhões. “Podemos calcular que o
primário vai ser entre 3,1% a 2,4% do PIB. Esses são os limites. Se a
economia crescer mais este ano, a arrecadação será melhor e, portanto,
não precisaremos abater tudo”, pontuou Mantega, destacando que a redução
dos juros permite que o resultado fiscal nominal seja melhor.
Fonte:
Assessoria de Comunicação Social - GMF
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