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29/01/2009

CMN amplia recursos para capital de giro às cooperativas agrícolas

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje sete votos agrícolas, com destaque para medidas de apoio às cooperativas - que terão mais recursos destinados à capital de giro - e para prorrogação de prazos de pagamento de parcelas de renegociação das dívidas rurais.

Para facilitar a comercialização, a composição e o carregamento de estoques pelas cooperativas agroindustriais, o CMN aprovou a ampliação de R$ 10 milhões para R$ 20 milhões o limite para capital de giro não associado a projetos de investimentos no âmbito do Prodecoop. Além disso, o programa terá mais R$ 700 milhões destinados para capital de giro, dos quais R$ 450 milhões serão remanejados do Produsa e R$ 250 milhões do Moderagro.

“Segundo o Ministério da Agricultura, estes dois programas não estão sendo demandados. Não é justo que os recursos fiquem parados enquanto há falta de capital de giro para as cooperativas. Por isso, fizemos esse remanejamento”, comentou o secretário-adjunto de Política Econômica, Gilson Bittencourt. Com isso, o Prodecoop passará a contar com até R$ 1,7 bilhão, dos quais R$ 1 bilhão poderão ser destinados para capital de giro.

O CMN aprovou ainda votos alterando prazos da renegociação das dívidas de custeio e investimento, envolvendo as operações com risco bancário, para que os produtores que aderiram à renegociação até 12 de dezembro de 2008 possam concluir os processos juntos aos bancos.

“Vamos postergar o prazo para os produtores que aderiram à renegociação em tempo hábil e não conseguiram pagar a primeira parcela devido às dificuldades operacionais das instituições financeiras”, explicou Bittencourt, acrescentando que os produtores ficarão adimplentes até que se formalizem os processos. O governo vai propor ao Congresso Nacional a alteração dos prazos de pagamento das parcelas de renegociação previstos na Lei 11.775.

Fruticultura - o CMN aprovou a criação de uma linha especial de capital de giro de até R$ 200 milhões para a fruticultura da região Nordeste, dentro do programa Revitaliza, operacionalizado pelo BNDES, com de pagamento é de até três anos, incluindo um ano de carência e juros de 11% ao ano.
O foco são empresas que atuam no ramo de exportação e que sofrem impactos com a crise financeira. “Os preços caíram no mercado internacional e atingiu quem já tinha fixado preço futuro nos contratos de exportação superior ao efetivamente praticado no momento da operação”, explicou o secretário-adjunto de Política Econômica, Gilson Bittencourt.

Votos Agrícolas - CMN (29/01/09)


Arquivo de áudio.Ouça os comentários do secretário-adjunto de Política Econômica, Gilson Bittencourt

Ficha técnica do arquivo de áudio

Duração
: 04m58s
Tamanho
: 582 Kb
Formato: MP3
Taxa de bits:
16 Kbps.
Acervo: Ministério da Fazenda.
Status
: Áudio sem revisão.

 

 

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