Antônio de Araujo e Azevedo

publicado 29/04/2015 11h33, última modificação 13/06/2016 15h30
ANTÔNIO DE ARAUJO E AZEVEDO
* Ponte de Lima/Portugal - 14.05.1754 
† Rio de Janeiro - junho 1817

Ministro de Estado da Fazenda

Antônio de Araujo e Azevedo

Fez seus estudos de Humanidades no Porto, partindo depois para Coimbra, não chegando a concluir o Curso de Filosofia; voltando ao Porto se dedicou às Matemáticas e aos estudos históricos. Tendo viajado pela Alemanha, em 1799, ali estudou Ciências e Literatura alemã.

Enviado Extraordinário às Cortes de Haia e S. Petersburgo e Ministro Plenipotenciário junto à República Francesa nos anos 1795, 1797 e 1801; Ministro e Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, em Lisboa, em 1804; Ministro do Reino, em 1806; Conselheiro de Estado; Presidente do Tribunal da Junta do Comércio; exerceu as funções de Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Marinha, no Brasil, em 1814, com a morte do Conde das Galvêas.

Teve de ocupar, ao mesmo tempo, todas as pastas do governo, com a morte do Marquês de Aguiar. Como Ministro da Fazenda referendou os seguintes atos: Alvará que concedia as dívidas do Banco do Brasil o privilégio executivo para serem cobradas como dívidas fiscais; o que criava uma Junta da Administração e Arrecadação da Real Fazenda do Departamento da Ilha de Santa Catarina; o que mandava proibir nas Alfândegas os leilões das mercadorias inglesas.

Organizou na Vila de Ponte Lima uma Sociedade Econômica dos Amigos do Bem Público; Sócio da Academia de Ciências de Lisboa; fundador no Rio de Janeiro da Sociedade de Animação à Indústria e Mecânica (1808); criou a Real Academia de Belas Artes em agosto de 1816.

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